“No investimento imobiliário, a rentabilidade real mora no Yield on Cost (YoC). É a métrica que dita a sustentabilidade de um portefólio e, para nós, na Núcleo Assets, é o único termómetro que importa.
Olhar apenas para o preço de compra é um risco que não corremos.
O YoC não é uma projeção teórica; é o cálculo do retorno com base no investimento total acumulado: Preço de Aquisição + Impostos + Custos de Reabilitação + Custos Financeiros.
É aqui que a execução se separa da intenção.
Por que é a nossa métrica de controlo?
Filtro de Disciplina: Se o YoC projetado não for compensador face ao risco da reabilitação, o projeto não tem lógica económica. Não estamos aqui para assumir a incerteza de uma obra por um retorno comum.
Gestão de Derrapagens: O YoC é o que nos mantém alerta durante a obra. Cada desvio no orçamento, cada surpresa ao abrir paredes ou cada atraso burocrático impacta diretamente esta métrica. Obriga-nos a uma execução implacável.
Visão de Longo Prazo: É a nossa margem de segurança. É o que permite absorver as oscilações de mercado sem comprometer o retorno real do capital que efetivamente saiu da nossa caixa.
Investir com rigor exige trocar o otimismo pelas métricas.
Em 2026, a reabilitação na Área Metropolitana de Lisboa não perdoa falta de método.
Na Núcleo Assets, o foco está tanto na identificação de ativos como na metodologia para os potenciar.
Analisar bem é essencial, mas ter sistemas para controlar o ciclo é o que realmente protege o investimento.
É isso que fazemos no terreno: o que funciona e o que não funciona.“
Núcleo Assets via LinkedIn